Hoje eu quero pedir 10 minutos de vocês. Para que assistam ao curta aqui embaixo, Pothound. O filme é de Christopher Guinness, diretor de Trinidad e Tobago, que
acaba de completar 30 anos e se formou no Sheridan College, de Ontario. Pothound foi todo filmado na ilha, parte em maio e outra parte em novembro de 2011.
Pode não ser clara a ligação que ele tem com o texto anterior, mas é que Pothound deixa claro, desde a sua primeira imagem, a construção de um ponto de vista. E quanto um ponto de vista sedutor, com um personagem sedutor, pode ser envolvente. A gente se deixa levar. (Só que, aqui neste caso, isso me parece positivo)
E Pothound também me faz lembrar de um microtexto de Mario Quintana, A estranha verdade: "Tudo pode sair muito mais bonito nas fotografias, mas sai muito mais verdadeiro nas pinturas." Pothound me parece que escolhe esse tipo de "mais verdadeiro" de que fala Quintana. As imagens são elaboradas de modo a potencializar no mundo algo que o nosso olhar, nu, destituído de câmeras, talvez não fosse capaz de apreender. E não é justamente aí que o cinema se faz mais potente?
Pode não ser clara a ligação que ele tem com o texto anterior, mas é que Pothound deixa claro, desde a sua primeira imagem, a construção de um ponto de vista. E quanto um ponto de vista sedutor, com um personagem sedutor, pode ser envolvente. A gente se deixa levar. (Só que, aqui neste caso, isso me parece positivo)
E Pothound também me faz lembrar de um microtexto de Mario Quintana, A estranha verdade: "Tudo pode sair muito mais bonito nas fotografias, mas sai muito mais verdadeiro nas pinturas." Pothound me parece que escolhe esse tipo de "mais verdadeiro" de que fala Quintana. As imagens são elaboradas de modo a potencializar no mundo algo que o nosso olhar, nu, destituído de câmeras, talvez não fosse capaz de apreender. E não é justamente aí que o cinema se faz mais potente?
2 comentários:
Muito bem filmado. Adorei.
Delícia de filme!
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